12/05/2019
A disputa para ser sede do GP do Brasil de Fórmula 1 a partir de 2021 virou uma concorrência direta entre os governos e as prefeituras das duas maiores cidades do País, Rio de Janeiro e São Paulo. Os dois lados garantem ter as melhores condições para receber a prova, assim como não se esquivam de criticar possíveis defeitos dos concorrentes, como a falta de estrutura ou a existência de dívidas e pendências com a categoria.
Depois de na quarta-feira (08) o Rio ter celebrado a assinatura de um termo de compromisso para construir um novo autódromo, no bairro de Deodoro, São Paulo também se mobilizou. O governador João Doria e o prefeito Bruno Covas se reuniram na manhã de sexta-feira (10) no Palácio dos Bandeirantes para conversar sobre a continuidade de Interlagos no calendário.
Ao contrário do que disse na quarta-feira o presidente do Brasil, Jair Bolsonaro, Doria e Covas garantem que não há qualquer possibilidade de a corrida do ano que vem ocorrer no futuro autódromo carioca. Os paulistas se respaldam no contrato em vigor que garante a realização da prova na cidade pelo menos até a temporada 2020. “Temos contrato assinado com os promotores da Fórmula 1, com cláusulas rigorosas e multas pesadas, mas valores confidenciais”, comentou Doria.
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