13/06/2020
Em um dos maiores 'roles aleatórios' da história, Ronaldinho Gaúcho completará 100 dias no Paraguai. O pentacampeão mundial com a seleção brasileira foi preso ao lado de seu irmão e empresário Assis por portar e utilizar documentos falsos, no caso, passaporte. No total, 14 pessoas foram indiciadas. Ronaldinho ficou 32 noites preso na Agrupación Especializada, quartel da Polícia Nacional do Paraguai de segurança máxima. Em abril, ele conseguiu, na Justiça, ficar em prisão domiciliar, em um hotel que está fechado por conta do novo coronavírus. Os advogados do jogadores tentam a anulação da prisão preventiva, que não tem prazo para ser julgada. Nenhum indício de crime foi encontrado até o momento. "A prisão é manifestamente arbitrária e ilegal. O Ministério Público não possui nenhum elemento de prova para mantê-los privados da liberdade. Nenhum! Temos convicção de que em breve a verdade prevalecerá", declarou o advogado de Ronaldinho e Assis, Sérgio Queiroz.
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