20/12/2011
DA REDAÇÃO
Ao comprar produtos típicos das ceias de Natal e de Ano Novo, o consumidor deve ficar atento para os itens que podem levar o produto a ser considerado fora do padrão de qualidade exigido pelo Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Mapa). As frutas frescas requerem cuidados e são controlados na importação pelo governo. Maçã, pêra, uva rústica e uva fina de mesa são frutas inspecionadas na entrada do país para avaliar a sua qualidade. O estado de conservação da fruta é observado para evitar o ingresso de frutas impróprias para o consumo. As normas fazem parte do padrão oficial de classificação do Mapa. As frutas secas também não podem ficar de fora das festas de fim de ano. Desta forma, frutas desidratadas como figo seco, damasco, uvas passas importados, quando ingressam no Brasil, são inspecionados pelo ministério. Durante a vistoria, os técnicos verificam se há contaminação por micotoxinas acima dos limites permitidos pela legislação brasileira. No caso das nozes, amêndoas, amendoins e pistaches o consumidor deve ficar atento, pois elas podem abrigar substâncias nocivas à saúde. A aflatoxina é produzida por um fungo que aparece quando o produto, depois de colhido, não é bem seco ou quando é armazenado em lugar úmido. O mais seguro é comprar as oleaginosas empacotadas, com informações de procedência na embalagem. A dica vale também para as frutas cristalizadas e secas. O Mapa orienta as cadeias produtivas do amendoim e da castanha do Brasil (castanha-do-pará) a seguir as boas práticas de processamento do produto.
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