18/08/2013
No último dia 14 o prefeito de Penápolis, Célio de Oliveira, e o 2º. Promotor de Justiça, Fernando Cesar Burghetti, assinaram um TAC – Termo de Ajustamento de Conduta – para regularização dos problemas enfrentados pelos moradores do residencial Santa Leonor. Há anos a população daquela localidade convive com um grave problema: a água brota da terra em diversos pontos e invade casas, quintais e ruas, trazendo prejuízos de todo tipo. Segundo explicou o prefeito Célio de Oliveira, serão necessárias várias obras para tentar resolver o problema.
"A Prefeitura Municipal terá que investir em obras de desassoreamento do Córrego da Estiva, reflorestamento das margens e drenagem do solo com a construção de canais que levem a água diretamente para o córrego", explicou.
"Vamos tentar fazer tudo o que for possível para melhorar a vida daquelas pessoas, pois além dos danos nos imóveis, elas ficam privadas de outros benefícios, como o tão desejado asfalto. Não dá para continuar assim", declarou o prefeito. Célio lembrou que o residencial Santa Leonor foi construído em uma área de manancial, com terreno úmido, com grande quantidade de minas, se tornando em muitos pontos totalmente inviável para qualquer obra de infraestrutura, principalmente o asfalto, que é tão reivindicado pelos moradores.
"Já estive diversas vezes no bairro conversando com moradores, inclusive uma das primeiras visitas à comunidade que eu fiz, logo no início do mandato, foi àquela localidade", lembrou Oliveira.
"Lá eu pude constatar in loco os problemas, conversar com as pessoas, verificar a gravidade. Este acordo que firmamos agora com o Ministério Público trata-se de um compromisso que assumimos e cuja semente foi plantada bem no começo do nosso governo, quando estivemos ouvindo a população lá no bairro", acrescentou.
Primeiro passo
De acordo com Célio de Oliveira, o primeiro passo para cumprimento do acordo já foi dado pela Prefeitura. Foi apresentado, junto à Cetesb – Companhia de Tecnologia de Saneamento Ambiental – um projeto para fins de desassoreamento e recuperação do Córrego da Estiva.
"Agora precisamos aguardar a autorização da Cetesb para podermos dar início às obras. Enquanto não houver essa liberação não podemos mexer no manancial", esclareceu.
Segundo o TAC, o prazo para a recuperação e o desassoreamento total do Córrego da Estiva é de um ano, contado a partir da data de aprovação do projeto pela Cetesb. "Antes de qualquer intervenção dessa não é possível se pensar em implantação de guia, sarjeta e asfalto em determinadas ruas do Santa Leonor, pois o solo argiloso e úmido impossibilita qualquer ação neste sentido", afirmou o prefeito. Secom – PMP
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