12/11/2016
DA REPORTAGEM
Policiais militares e policiais militares rodoviários montaram um forte esquema de segurança na manhã desta sexta-feira (11) na rodovia Marechal Rondon (SP 300) próximo ao acampamento “Nelson Mandela”, onde estão instalados membros do Movimento Sem Terra, em Penápolis, depois de receberem a informação de que membros do acampamento interditariam parte da rodovia como parte da movimentação nacional ocorrida ontem contra ações do governo do Presidente Michel Temer.
A expectativa era de que o ato tivesse início às 11h00.
A informação também havia sido repassada à imprensa regional através de um assessor político ligado ao Partido dos Trabalhadores (PT).
Uma liminar chegou a ser expedida pela Justiça local proibindo a interdição da via. Apesar disso, os próprios membros do acampamento negaram a informação da interdição.
Por volta do horário que havia sido informado, diversas viaturas da Polícia Militar Rodoviária e do policiamento de área de Penápolis se deslocaram ao quilômetro onde ocorreria a manifestação, que fica próximo ao acampamento.
A liminar, expedida pelo juiz Heber Guarberto Mendonça, foi expedida momentos antes proibindo qualquer tipo de manifestação que viesse a paralisar o tráfego de veículos.
A decisão definia ainda multa no valor de R$ 10 mil caso houvesse o descumprimento da ordem.
Negativa
Já com a presença de diversos policiais próximos ao acampamento para que fosse mantida a ordem no local, membros do acampamento informaram que não tinham a intenção de bloquear a rodovia.
Eles disseram que estavam reunidos, como parte da movimentação nacional, mas que realizariam outras atividades dentro do acampamento, inclusive com a discussão de questões agrárias e da terra.
Os membros do acampamento disseram para a imprensa que a informação passada pelo assessor político de bloqueio da via não era verídica. Eles informaram ainda que o mesmo assessor estava presente com eles durante o encontro, mas que havia deixado, momentos antes, o acampamento, saindo pelos fundos do local.
Movimento
No site do Partido dos Trabalhadores, a agenda de atividades publicada pelo partido informava sobre a movimentação nacional, considerada resposta da classe trabalhadora aos ataques do governo aos direitos e conquistas e intitulada como “Dia Nacional de Greve”.
A nota diz que as medidas anunciadas pelo atual presidente visam “retirar direitos da classe trabalhadora, arrochar salários, privatizar empresas e serviços públicos, entregar nossas riquezas à exploração das multinacionais, diminuir drasticamente os investimentos em serviços públicos essenciais, como educação e saúde, e fazer a reforma da previdência”.
(Rafael Machi)
Então, faça seu login e tenha acesso completo:
05/11/2026 - Novembro Azul: homens da região podem solicitar check-up nos AMEs
05/11/2026 - Rodovias da região registram oito feridos e nenhuma morte durante o feriado
05/11/2026 - GCM de Braúna conhece tecnologias para segurança pública em evento regional
05/11/2026 - Câmara Municipal cobra avanços na reforma administrativa e pagamento do Descongela
05/11/2026 - SIRP orienta produtores rurais de Penápolis sobre novas regras para a queima controlada
05/11/2026 - Prefeitura orienta comerciantes sobre o uso correto das calçadas
Voltar à lista de notíciasDiário de Penápolis. © Copyright 2026 - A.L. DE ALMEIDA EDITORA O JORNAL. Todos os direitos reservados. Proibida a reprodução parcial ou total do material contido nesse site.