14/02/2026
DA REDAÇÃO
Depois de anos de impasse e conservação precária, a Ferrovia Malha Oeste volta ao centro do debate logístico e econômico no Brasil. Estrutura de quase 2 mil quilômetros que liga Corumbá (MS) a Mairinque (SP), cruzando municípios do interior paulista, incluindo Penápolis, a Malha Oeste era até recentemente um símbolo de abandono no modal ferroviário brasileiro, mas agora apresenta sinais concretos de retomada por meio de um novo cronograma de concessões nacionais.
A Malha Oeste foi concedida à empresa Rumo Malha Oeste na década de 1990, mas ao longo dos anos registrou uma progressiva redução de uso e investimentos insuficientes.
A concessionária chegou a solicitar a devolução de grande parte da linha à União, focando apenas em trechos considerados rentáveis, como aqueles voltados ao transporte de celulose e minério no Mato Grosso do Sul, deixando, praticamente, de operar e manter a malha principal.
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