04/07/2026
DA REDAÇÃO
Um levantamento feito ao longo do rio Tietê revela que o trecho de Penápolis apresenta mistura de contaminantes agrícolas e urbanos, refletindo a pressão do uso do solo, a reduzida proteção da vegetação ciliar e os desafios para a recuperação da qualidade da água.
O estudo foi apresentado durante a audiência pública sobre a eutrofização do rio Tietê, realizada na Câmara Municipal de Penápolis, pelo ambientalista da Fundação SOS Mata Atlântica, Loan Ramos, reforçando a importância do debate técnico e institucional sobre a qualidade das águas na região.
Quando se pensa na nascente de um rio, imagina-se um ambiente preservado, de águas cristalinas e protegido pela vegetação nativa. Entretanto, uma das mais recentes expedições científicas realizadas ao longo do rio Tietê revelou uma realidade preocupante: nem mesmo sua nascente, localizada na Serra do Mar, está completamente livre da influência das atividades humanas.
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