26/09/2026
DA REDAÇÃO
Um comércio pode instalar câmeras para proteger o prédio, mas não perceber que o equipamento de gravação está acessível a pessoas conectadas à sua rede. Uma clínica pode cuidar dos prontuários em papel e deixar de observar quem tem acesso ao sistema digital.
Em qualquer empresa, basta uma mensagem falsa convincente para que um funcionário entregue uma senha sem se dar conta que está falando com um golpista. Os exemplos mostram que a segurança virtual vai além da proteção de computadores. Ela envolve os equipamentos conectados, os dados guardados pela empresa, as regras de acesso e o comportamento das pessoas que trabalham nela.
Quando alguma dessas partes falha, as consequências podem atingir o atendimento aos clientes, as finanças e a continuidade das atividades. “A cibersegurança é algo que passa despercebido porque não é visível”, afirma Osmar de Almeida Miotto, de 28 anos.
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