25/11/2009
A Câmara Municipal de Penápolis aprovou por unanimidade anteontem projeto de lei do Executivo com a concessão de terreno do município na Avenida João Antonio de Castilho com a Marginal Santa Leonor para a construção de um novo prédio da Creche Lactário Dília Ribeiro. A área possui 2.371,89 metros quadrados. A sua concessão foi estipulada em 50 anos. Atualmente a Creche Lactário Dília Ribeiro atende 60 crianças de 0 a 3 anos e possui uma lista de espera 200. Entre outras dificuldades, além da falta de espaço para ampliação, estão dois pisos intermediados por escada e indisponibilidade de contato com a natureza no local. A concessão do terreno para a Creche Lactário Dilía Ribeiro foi enaltecida durante a discussão do projeto de lei na tribuna da Câmara Municipal. O vereador Zeca Monteiro (PT), cumprimentou a direção da entidade pelo trabalho e projeto de construção de novo prédio. O petista lembrou que desde o ano passado, quando era vice-prefeito, acompanhou o esforço dos representantes da creche para a viabilização da obra. "A idéia inicial era adquirir o terreno ao lado da creche, mas o valor cobrado daria fazer a construção", considerou Zeca Monteiro. O vereador Joaquim Soares da Silva, o Joaquim da Delegacia (PDT), afirmou que a construção da creche na Marginal Santa Leonor irá beneficiar também a região. Ele citou que o mato alto da área vinha causando vários incômodos para os vizinhos. O vereador Nardão Sacomani (DEM), defendeu a busca de apoio junto a deputados estaduais para a viabilização de recursos para a construção do novo prédio da Creche do Lactário Dília Ribeiro. "Está próximo o período para as emendas, oportunidade que pode beneficiar o Lactário", considerou. O vereador Carlos Henrique Rossi Catalani, o Caíque Rossi (DEM), reforçou que a creche na Marginal Santa Leonor ajudará a valorizar ainda mais a região. Também discursaram em apoio ao Lactário Dília Ribeiro, os vereadores Professor Luís e Tiquinho.
Veto
A Câmara Municipal acatou veto do prefeito João Luís dos Santos para os projetos do vereador Hugo Tadeu (PDT), que obrigavam a colocação e disposição de equipamento com álcool gel nos estabelecimentos públicos e privados, e o oferecimento de alimentação diferenciada às crianças portadoras de diabetes, hipertensão arterial, doenças cardíacas e intolerância à lactose, na merenda escolar e creches municipais. A justificativa da medida abrangeu a parte jurídica dos projetos. Imprensa/Câmara.
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