12/02/2026
O caso do Orelha não expõe um crime isolado, mas o abismo entre negligência e responsabilidade na forma como a sociedade trata os cães
A carta era simples, poucas linhas, escritas à mão, deixadas dentro da casinha onde ele costumava descansar. Falava de saudade, de cuidado, e de um pedido de desculpa. Pedia perdão em nome de pessoas que não souberam proteger. Não descrevia a violência, a ausência já dizia tudo.
O gesto, registrado depois da morte do cão comunitário Orelha, comoveu o país porque não era um manifesto. Era um luto silencioso, um reconhecimen [...]
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